Não é um teste científico. Não vai sair certificado no final.
É só um daqueles testes honestos que a gente faz sorrindo, lembrando e, talvez, sentindo um leve constrangimento amoroso por versões passadas de nós mesmas.

Pegue papel, notas do celular ou só faça de cabeça mesmo.

Para cada “sim”, marque 1 ponto.

Vamos lá.

Você lembra exatamente onde estava quando ouviu Baby pela primeira vez, mesmo fingindo que não gostava.
Você já defendeu Justin Bieber em alguma discussão dizendo algo como “vocês não entendem, ele é muito novo”.
Você teve (ou quis muito ter) franja lateral em algum momento da vida.
Você sabe cantar pelo menos um refrão inteiro sem errar — e não vale fingir que não.
Você já assistiu entrevistas dele “sem querer” e acabou vendo várias em sequência.
Você lembra da época do cabelo “capacete” com um certo carinho inexplicável.
Você já sentiu que estava crescendo junto com ele, fase por fase.
Você conhece alguma música menos óbvia além das que tocavam no rádio.
Você já sentiu um leve orgulho quando ele mudou de fase e começou a ser levado mais a sério.
Você ainda sabe a letra de alguma música antiga sem precisar pensar.

Respira. Soma os pontos.

Resultado

0 a 2 pontos
Você não era Belieber. Mas viveu o suficiente para saber que aquilo estava acontecendo. Você observou de longe, julgou um pouco, talvez ironizou — mas estava lá. E isso já conta.

3 a 6 pontos
Você passou pela fase. Talvez não admita publicamente, talvez chame de “curiosidade cultural”, mas viveu. Teve um momento, uma música, uma memória. E isso faz parte da sua linha do tempo emocional.

7 a 10 pontos
Você foi Belieber. Com orgulho ou em silêncio. Acompanhou fases, defendeu, se emocionou, cresceu junto. E, gostando ou não, isso moldou um pedacinho da sua adolescência — e da sua relação com música, ídolos e nostalgia.

No fim, o ponto nem é o Justin Bieber.

O ponto é que todo mundo que viveu aquela época carrega alguma lembrança coletiva que hoje funciona quase como um código secreto. Quem entende, entende. Quem viveu, viveu.

E talvez estilo, gosto e identidade também sejam um pouco isso: fases que passam, marcas que ficam e referências que a gente não precisa mais justificar.

XOXO.

May Codeço <3